
Ecos de um outro tempo. Tempo onde o mundo se decidia em bancos de jardim, por entre os conselhos das pombas aos velhos, por entre os namorados deitados sobre a relva, por entre crianças e a correria atrás de uma bola. Um desalento paira no esquecimento destes bancos. Pequenos cantos de humanidade que se abandonam, cidades que se perdem aos poucos, jardim a jardim, banco a banco, até não restarem senão vagas recordações poeirentas.
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